
LAS PALOZAS
ARTE, CULTURA E COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa, Audiovisual, Fotografia, Música e Produção Cultural
Quem Somos
LAS PALOZAS
De Belo Horizonte, Paloma Alves e Zaíra Magalhães são multiartistas e produtoras culturais. Trabalham como DJs seletoras, realizam fotografia e vídeo com seu costumeiro tom de deboche político, além de produção artística, de eventos e Assessoria de Imprensa para artistas e projetos culturais.
Las Palozas produzem, colaboram e reverberam a tradição e invenção vindas das juventudes, das mulheres, das LGBT+, dos povos originários dos diferentes continentes, das periferias pelo mundo, ajudando a pensar e construir formas coletivas, sustentáveis e solidárias de viver.

O nome PALOZAS (pronuncia Palózas), vem da junção dos nomes de PALOma e ZAíra. Além disso, a gíria palosa tem vários significados pelo Brasil e em toda a América Latina. Em Minas Gerais, estado de origem das artistas, é a pessoa de riso fácil, que gargalha sem reservas. Em alguns estados mais ao Sul é aquela de presença, que chama atenção pela sua autenticidade. Mais ao Norte, palosa é a pessoa ligeira, que mais ouve do que fala.
Ao nome se junta o artigo LAS, em Espanhol, para conectar a dupla ao grande território artístico e de resistência política que é a Abya Yala (América Latina), apresentando Las Palozas como um projeto de alcance mundial.

Paloma Alves
(ela/dela)
A multiartista e produtora cultural tem 37 anos e começou sua carreira musical ainda criança, no extinto Grupo Capricho. Graduada na Licenciatura em Música pelo Instituto Metodista Izabela Hendrix, Paloma é percussionista e backing vocal do Grupo Teresa e criadora de conteúdo no canal minicurso de cajón.


Zaíra Magalhães
(ele/elu/ela)
37 anos, multiartista, não-binárie e de Axé. Assessor de Imprensa e produtor cultural. Nas artes, atua como cineasta, fotógrafo, DJ seletor, compositor e stylist. Graduou-se em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo (FAPCOM/SP) e em Gestão Pública (UEMG).
Militante desde os 16, atualmente integra o Coletivo Lena Santos de Jornalistas Negras e Negros de Minas Gerais, o Coletivo Não-Binárie de Minas Gerais e o Movimento Autônomo Trans de Belo Horizonte e RMBH.

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